Portugal doubled e-invoicing usage in H1 2021.
As empresas portuguesas passaram de emitir 3281.432 documentos eletrónicos no primeiro semestre em 2020 para 6.106.070 no mesmo período em 2021.
As empresas portuguesas passaram de emitir 3281.432 documentos eletrónicos no primeiro semestre em 2020 para 6.106.070 no mesmo período em 2021.
Apesar de uma tendência positiva desde janeiro 2020, Portugal apresenta-se ainda como o país que detém o maior atraso no pagamento de faturas face aos restantes da Europa.
A crise da Covid-19 está a acelerar a digitalização de muitos processos em todos os setores, mesmo em alguns tão avançados como a Banca, onde a gestão sem papel - paperless - é o passo seguinte. O objetivo é duplo: minimizar o impacto ambiental e reduzir os custos, e para que esta seja uma realidade, é necessário implementar a utilização da assinatura digital de documentos, que também é válida para todos os tipos de documentos e processos contratuais de forma não presencial.
A Itália é o país europeu que mais apostou na fatura eletrónica. Prova disso é que, após a implantação da obrigatoriedade do uso da fatura eletrónica entre empresas e Administração Pública (B2G), em 2019, tornou-se pioneira na ampliação da obrigação para o campo B2B.
Portugal adiou em diversas ocasiões a entrada em vigor da faturação eletrónica obrigatória. Da mesma forma, também adiou outras obrigações que estavam ligadas à fatura eletrónica, como o código ATCUD e o código QR, que devem estar em todas as faturas a partir de 1 de janeiro de 2022.
A digitalização nasce graças a que as vantagens que oferece são variadas e numerosas, algumas delas são a redução de custos e de tempo, a eliminação da utilização do papel ou a simplificação dos processos e tarefas manuais.
A comunicação fluida entre todos os atores que fazem parte da cadeia de abastecimento é essencial. Por conseguinte, o Intercâmbio Eletrónico de Documentos (EDI) revolucionou o funcionamento de esta cadeia de abastecimento, especialmente em setores como o automóvel, o retalho ou a logística.
A faturação eletrónica é uma ferramenta essencial para as empresas, oferecendo uma multiplicidade de benefícios, desde a redução de custos à automatização de processos. Apesar de existirem semelhanças nos projetos de e-fatura entre países, fatores como formatos distintos, plataformas específicas, regulamentação local e o grau de maturidade digital fazem com que a adoção varie significativamente de país para país.
A SERES é uma referência global na transação eletrónica de documentos e líder em soluções de faturação eletrónica e EDI, com presença em mais de 25 países. Neste artigo, explicamos por que razão a escolha da solução Multipaís assegura o cumprimento legal, a eficiência operacional e o controlo global da faturação eletrónica da sua empresa.
Em outubro de 2020, o Conselho de Ministros de Portugal aprovou a Estratégia Portugal 2030. A digitalização, inovação e qualificadores serão os motores de desenvolvimento dessa estratégia, que se juntam a outros pilares para tornar o país mais competitivo a nível externo, mas igualmente coeso internamente.
2020 foi um ano-chave para a massificação da faturação eletrónica na União Europeia, pois, desde 18 de abril, todas as Administrações Públicas, tanto centrais como regionais e locais, foram obrigadas a receber e processar faturas em formato eletrónico.