ROE: melhore a rentabilidade financeira com dados e automatização
O ROE, ou rentabilidade financeira, é um dos indicadores que ajudam o CFO a avaliar a capacidade de uma empresa para gerar lucro a partir dos seus capitais próprios.
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O ROE, ou rentabilidade financeira, é um dos indicadores que ajudam o CFO a avaliar a capacidade de uma empresa para gerar lucro a partir dos seus capitais próprios.
Num contexto marcado pela volatilidade das cadeias de abastecimento, pela pressão sobre custos e pela necessidade de antecipar riscos, o Procurement assume hoje um papel cada vez mais transversal nas organizações. A negociação continua a ser essencial, mas já não é suficiente, pois a colaboração, a visão de negócio, os dados, a tecnologia e a capacidade de construir relações sólidas com fornecedores tornaram-se igualmente determinantes.
Um painel de controlo financeiro na área de Compras permite avaliar de que forma o ciclo Source-to-Pay impacta a tesouraria, o capital circulante, a relação com os fornecedores e o fecho contabilístico. Não se trata apenas de controlar encomendas ou faturas, mas de transformar os dados das Compras em informação que apoie a tomada de decisões financeiras por parte das áreas Financeira, Tesouraria e Compras.
A volatilidade global provocada pela inflação persistente, tensões geopolíticas, disrupções logísticas e os novos critérios ESGtransformaram a gestão de riscos das Compras num pilar essencial para muitas organizações. E esta tendência será ainda mais crítica, com a expectativa de um maior rigor regulamentar e uma pressão crescente sobre a rastreabilidade.
Com um percurso sólido na área de Procurement, Nuno Soares reúne uma visão transversal sobre a evolução e os principais desafios da função de compras.
A 16 de março de 2026, o Ministério das Finanças da Noruega emitiu uma carta (ref. 26/1569) dirigida à Administração Tributária, na qual confirma a sua intenção de implementar a faturação eletrónica e a contabilidade digital obrigatórias.
Num setor onde a eficiência operacional, a gestão logística e a capacidade de resposta têm impacto direto na qualidade dos cuidados de saúde, falámos com Tiago Ferreira, Logistics & Procurement Director do Centro Hospitalar Universitário de São João – Unidade Local de Saude de São João, no Porto, sobre os desafios do Procurement e da logística hospitalar em organizações complexas.
A transformação digital continua a avançar em toda a Europa e Espanha prepara-se para dar um passo decisivo com a implementação da faturação eletrónica obrigatória nas transações entre empresas. A medida surge no âmbito da Ley Crea y Crece, legislação que pretende modernizar o setor empresarial espanhol, reduzir a morosidade e aumentar a transparência fiscal.
Em muitas empresas, as compras funcionam em termos de “cumprir”: emitem-se pedidos, recebem-se bens ou serviços, processam-se faturas e efetuam-se pagamentos. No entanto, quando cada fase vive na sua própria ferramenta, com integrações parciais e fornecedores com capacidades diferentes, o processo deixa de ser um fluxo.
Cláudia Branco é Procurement Director no Grupo Manuel Champalimaud, um dos grupos empresariais portugueses com presença relevante em setores como energia e combustíveis, indústria, logística alimentar, turismo e exploração cinegética e silvícola.