Portugal adia obrigatoriedade da fatura eletrónica B2G para PME 2026
As propostas do Governo para o Orçamento do Estado de 2026 têm impacto direto na faturação eletrónica e o reporte fiscal em Portugal.
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As propostas do Governo para o Orçamento do Estado de 2026 têm impacto direto na faturação eletrónica e o reporte fiscal em Portugal.
A faturação eletrónica está a ganhar força em toda a Europa, impulsionando a digitalização das empresas. Com novos prazos e obrigatoriedades em vigor, estar preparado já não é uma opção, é essencial para crescer, exportar e competir.
2020 foi um ano-chave para a massificação da faturação eletrónica na União Europeia, pois, desde 18 de abril, todas as Administrações Públicas, tanto centrais como regionais e locais, foram obrigadas a receber e processar faturas em formato eletrónico.
A pandemia gerada pelo surgimento do COVID-19 teve um impacto significativo no tecido empresarial do continente europeu. De alguma forma, o coronavírus tornou-se um instrumento de medição para conhecer o nível de digitalização das empresas.
A fatura eletrónica na Itália teve o seu primeiro impulso com a Lei de Orçamento de 2008 (Legge 24 dicembre 2007, n. 244) que estabeleceu a emissão, transmissão, armazenamento e arquivo das faturas emitidas com as autoridades públicas (B2G) em formato eletrónico com o objetivo de simplificar o processo de faturação e registo de operações de impostos.